Por Emerson Jose
Antena Assessoria
Se tem algo que nunca sai de moda é o poder que a música tem de tocar o coração das pessoas. No rádio, isso se traduz em audiência, em fidelidade e, principalmente, em conexão emocional. Mas para alcançar esse nível de envolvimento, é preciso mais do que apenas colocar músicas no ar — é necessário arte, sensibilidade e estratégia. É aí que entra a importância de uma boa programação musical.
Tive o privilégio de aprender com um verdadeiro mestre: o saudoso Altair Rabelo. Ele dedicava horas — e muitas vezes até madrugadas — para escolher cada faixa, cada vinheta, cada transição. Ele sabia que não se tratava apenas de tocar sucessos, mas de construir experiências. E fazia isso com excelência. Sua programação tinha alma, tinha emoção. E quem ouvia, sentia.
Músicas dos anos 80, por exemplo, seguem até hoje com um poder impressionante de cativar o ouvinte. São canções que remetem à juventude, à descoberta, à paixão e aos grandes momentos da vida. Elas criam um vínculo quase instantâneo com quem escuta. Basta começar os primeiros acordes de um clássico como “True” do Spandau Ballet ou “Careless Whisper” de George Michael para que o ouvinte seja transportado no tempo — e fique.
É por isso que emissoras com perfil adulto contemporâneo estão cada vez mais em evidência. Elas entenderam o valor de uma seleção musical bem pensada, que respeita o gosto do público e ao mesmo tempo surpreende com qualidade. Isso gera engajamento, fidelidade e, claro, resultados comerciais expressivos.
Uma boa programação musical é como uma boa trilha sonora de filme: ela dá ritmo, emoção e identidade ao que está sendo contado. E quando bem feita, prende o ouvinte de uma forma quase mágica. Ele pode até mudar de estação por curiosidade, mas volta. Porque sabe que ali vai encontrar algo que nenhuma playlist aleatória consegue oferecer: sentimento com direção.
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